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# Exchanges de criptoativos: KYC e documentos exigidos pelo Banco Central

![Capa do blog Dynadok com ícones de validação de documentos: Exchanges de criptoativos: KYC e documentos exigidos pelo Banco Central](https://blog.dynadok.com/wp-content/uploads/2026/10/capa-exchanges-criptoativos-kyc.png)Desde 2 de fevereiro de 2026, as exchanges de criptoativos no Brasil seguem as Resoluções BCB 519, 520 e 521, que exigem autorização do Banco Central, identificação de clientes, avaliação do perfil de risco e identificação do dono de carteiras autocustodiadas. O KYC (Know Your Customer) passa a ser requisito de autorização, sustentado pela Lei 9.613/1998, que obriga a manter cadastro atualizado e registros por cinco anos.

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  ## Pontos-chave

- A Lei 14.478, de 21 de dezembro de 2022, determina que prestadoras de serviços de ativos virtuais “somente poderão funcionar no País mediante prévia autorização”.
- O Decreto 11.563, de 13 de junho de 2023, deu ao Banco Central a competência para regular, autorizar e supervisionar essas prestadoras.
- As Resoluções BCB 519, 520 e 521 foram publicadas em 10 de novembro de 2025; as duas primeiras entraram em vigor em 2 de fevereiro de 2026, segundo análise do Machado Meyer Advogados.
- Exchanges que já operavam têm 270 dias para protocolar o pedido de autorização; quem não protocolar deve encerrar as atividades em até 30 dias após o fim desse prazo.
- A Lei 9.613/1998 inclui as prestadoras de ativos virtuais entre os obrigados a identificar clientes, guardar registros por cinco anos e comunicar operações suspeitas ao Coaf em 24 horas.
- Em junho de 2026, 4.667.864 pessoas físicas e 107.067 pessoas jurídicas declararam operações com criptoativos à Receita Federal, num total de R$ 57.541,99 milhões.

## O que é uma exchange de criptoativos para o Banco Central?

Uma exchange de criptoativos é, na linguagem da regulação brasileira, uma prestadora de serviços de ativos virtuais. A Lei 14.478/2022 define essa prestadora como a “pessoa jurídica que executa, em nome de terceiros, pelo menos um dos serviços de ativos virtuais”, entre eles troca, transferência, custódia e participação em serviços financeiros ligados a esses ativos.

O ativo virtual, pela mesma lei, é a “representação digital de valor que pode ser negociada ou transferida por meios eletrônicos” e usada para pagamento ou investimento. A definição exclui moeda nacional e estrangeira, moeda eletrônica, pontos de programas de fidelidade e ativos que já são valores mobiliários regidos pela Lei 6.385/1976, que seguem com a Comissão de Valores Mobiliários.

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 As Resoluções BCB 519, 520 e 521 deram nome próprio às empresas do setor: sociedades prestadoras de serviços de ativos virtuais, as SPSAVs. Segundo o Machado Meyer Advogados, a Resolução BCB 520 classifica as SPSAVs em três modalidades: intermediárias, custodiantes e corretoras. Cada modalidade responde por um conjunto de atividades, e a exchange que compra, vende, guarda e transfere ativos para clientes costuma reunir mais de uma delas.

### O que é KYC numa exchange de criptoativos?

KYC (Know Your Customer, ou “conheça seu cliente”) é o conjunto de procedimentos que uma instituição usa para saber quem é o cliente, de onde vêm os recursos dele e se as operações fazem sentido para o perfil declarado. Numa exchange de criptoativos, o KYC cobre a abertura da conta, a atualização periódica do cadastro e o monitoramento das transações, inclusive das transferências para carteiras fora da plataforma.

O conceito geral de KYC e o papel dos documentos em cada etapa estão detalhados no guia sobre [KYC e o papel dos documentos no processo de Know Your Customer](https://blog.dynadok.com/ia/kyc-o-que-e-know-your-customer-e-qual-o-papel-dos-documentos-no-processo/). Este artigo trata do recorte específico das exchanges: o que a Lei 14.478, a Lei 9.613 e as resoluções do Banco Central pedem e quais documentos comprovam cada exigência.

### Quem regula as exchanges: Banco Central, CVM ou Receita?

O Banco Central regula e supervisiona as exchanges por força do Decreto 11.563/2023, que atribui ao BC a competência para “regular a prestação de serviços de ativos virtuais”. A CVM continua responsável quando o ativo é valor mobiliário. A Receita Federal cuida do reporte tributário das operações, e o Coaf recebe as comunicações de operações suspeitas previstas na Lei 9.613/1998.

## Por que o KYC das exchanges ganhou peso a partir de 2026?

O KYC das exchanges ganhou peso porque o volume declarado à Receita Federal mais que dobrou em nove meses e porque a autorização do Banco Central passou a depender de controles de prevenção à lavagem de dinheiro comprovados. Nos dados abertos da Receita Federal, o total declarado foi de R$ 24.729,78 milhões em setembro de 2025 e de R$ 57.541,99 milhões em junho de 2026.

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 O número de declarantes também subiu. A Receita Federal registrou 4.584.071 CPFs e 92.132 CNPJs em setembro de 2025, contra 4.667.864 CPFs e 107.067 CNPJs em junho de 2026. Cada um desses CPFs e CNPJs é, para a exchange que atende o cliente, um cadastro que precisa estar identificado, atualizado e guardado.

Indicador (Receita Federal)Setembro de 2025Junho de 2026Pessoas físicas declarantes (CPF)4.584.0714.667.864Pessoas jurídicas declarantes (CNPJ)92.132107.067Valor declarado em exchanges no BrasilR$ 17.611,08 milhõesR$ 35.923,42 milhõesValor declarado em exchanges no exteriorR$ 1.776,61 milhõesR$ 7.331,82 milhõesValor declarado sem uso de exchangeR$ 5.342,09 milhõesR$ 14.286,75 milhõesTotal geral declaradoR$ 24.729,78 milhõesR$ 57.541,99 milhõesFonte: Receita Federal, dados abertos de criptoativos (arquivos de 12 nov. 2025 e 26 ago. 2026).

O risco penal cresceu na mesma direção. A Lei 14.478/2022 criou o crime de fraude com ativos virtuais (art. 171-A do Código Penal), com pena de reclusão de 4 a 8 anos e multa, e acrescentou à Lei 9.613/1998 um aumento de um terço a dois terços da pena de lavagem quando o crime é praticado por meio de ativo virtual.

Para a exchange, a consequência administrativa pesa tanto quanto a penal. O art. 12 da Lei 9.613/1998 prevê advertência, multa de até o dobro do valor da operação, até o dobro do lucro real obtido ou até R$ 20.000.000,00, inabilitação de administradores por até dez anos e cassação ou suspensão da autorização de funcionamento. Uma falha de KYC, portanto, ameaça a licença que a exchange acabou de pedir.

## O que as Resoluções BCB 519, 520 e 521 exigem na identificação de clientes?

As Resoluções BCB 519, 520 e 521 exigem que a exchange conheça o cliente em três camadas: quem ele é (identificação e cadastro), qual o perfil de risco dele (familiaridade com ativos virtuais, objetivos e tolerância ao risco) e para onde vão os ativos (identificação do proprietário de carteiras autocustodiadas e verificação de origem e destino). A Lei 9.613/1998 completa o quadro com a guarda de registros e a comunicação ao Coaf.

### O que a Resolução BCB 519 pede sobre a própria exchange?

A Resolução BCB 519 trata do processo de autorização e olha primeiro para quem controla a exchange. Segundo o Machado Meyer Advogados, a norma exige sede física exclusiva (sem coworking), reputação e capacitação dos administradores e comprovação da origem dos recursos dos controladores, e proíbe fundos como controladores. Para as empresas que já operavam, a autorização ocorre em duas fases.

### O que a Resolução BCB 520 pede sobre os clientes?

A Resolução BCB 520 trata do funcionamento e da governança. Ela exige segregação patrimonial com contas individualizadas por cliente, controles internos, segurança cibernética e política de PLD/FTP (prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo e da proliferação). Segundo o Lefosse Advogados, a norma também prevê o envio periódico de informações de clientes ao Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro Nacional (CCS).

### O que a Resolução BCB 521 pede sobre carteiras e câmbio?

A Resolução BCB 521 leva parte dos serviços com ativos virtuais para o mercado de câmbio. Nas transferências de ou para carteira autocustodiada, a exchange deve “identificar o proprietário da carteira autocustodiada”, segundo o texto da norma reproduzido pelo Lefosse Advogados, e documentar os processos de verificação de origem e destino. Pagamentos internacionais com contraparte não autorizada a operar em câmbio ficam limitados a US$ 100 mil.

NormaExigência ligada ao KYCVigência ou prazoResponsávelLei 14.478/2022, art. 2Funcionar só com prévia autorizaçãoVigência 180 dias após publicação no DOU de 22 dez. 2022Exchange e Banco CentralLei 9.613/1998, art. 10Identificar clientes, manter cadastro atualizado e registrar transaçõesGuarda mínima de cinco anos após o encerramento da contaExchange (pessoa obrigada)Lei 9.613/1998, art. 11Comunicar operações suspeitas ao Coaf sem avisar o cliente24 horasExchange e diretor de PLDResolução BCB 519Comprovar reputação dos administradores e origem dos recursos dos controladoresVigência em 2 fev. 2026; protocolo em até 270 diasControladores e administradoresResolução BCB 520Perfil de risco do cliente, PLD/FTP, segregação e envio ao CCSVigência em 2 fev. 2026Exchange, com no mínimo três diretores responsáveisResolução BCB 521Identificar dono de carteira autocustodiada e verificar origem e destinoReporte de câmbio a partir de 4 maio 2026, até o quinto dia do mês seguinteExchange autorizada a operar em câmbioFonte: elaboração própria com base na Lei 14.478/2022, na Lei 9.613/1998 e nas análises do Machado Meyer Advogados e do Lefosse Advogados sobre as Resoluções BCB 519, 520 e 521 (nov. 2025).

O prazo de 270 dias conta da entrada em vigor da Resolução BCB 520, em 2 de fevereiro de 2026. Pela contagem em dias corridos, o prazo termina no fim de outubro de 2026, e a exchange que protocolar dentro dele pode continuar operando até a decisão do Banco Central. Instituições já autorizadas pelo BC que queiram prestar serviços de ativos virtuais precisam comunicar o Banco Central com 90 dias de antecedência.

## Quais documentos a exchange precisa pedir no cadastro de clientes?

As Resoluções BCB 519, 520 e 521 não trazem uma lista fechada de documentos para o cadastro de clientes. O que a regulação fixa é o resultado: a exchange precisa identificar o cliente, manter o cadastro atualizado (art. 10 da Lei 9.613/1998), conhecer o perfil de risco (Resolução BCB 520) e identificar o dono de carteiras externas (Resolução BCB 521). Os documentos são a prova de que cada exigência foi cumprida.

### Quais documentos comprovam a identidade de uma pessoa física?

Para pessoa física, a prática do mercado regulado é pedir documento oficial de identificação com foto, número do CPF e comprovante de endereço, com prova de vida ou biometria facial na abertura digital. O CPF é o elo com a Receita Federal, porque é por ele que as operações aparecem na DeCripto e no CCS. O comprovante de endereço sustenta a residência fiscal, informação que a IN RFB 2.291/2025 usa para definir quem declara.

### Quais documentos sustentam o perfil de risco e a origem dos recursos?

O perfil de risco da Resolução BCB 520 (familiaridade, objetivos e tolerância ao risco) costuma ser coletado em questionário, mas a coerência entre perfil e movimentação depende de documentos de renda e patrimônio. Comprovante de renda, declaração de imposto de renda, extratos bancários e contratos de venda de bens são os mais usados para justificar aportes altos ou incompatíveis com a renda declarada.

### Quais documentos comprovam uma pessoa jurídica cliente?

Para empresa cliente, o cadastro reúne contrato social ou estatuto com alterações, comprovante de inscrição no CNPJ, ata de eleição dos administradores, procurações e documentos pessoais dos sócios e representantes. A lógica é a mesma do KYB tradicional, detalhada no artigo sobre [como automatizar a verificação KYB no cadastro de empresas](https://blog.dynadok.com/antifraude/como-automatizar-a-verificacao-kyb-know-your-business-no-cadastro-de-empresas/). Em junho de 2026, 107.067 CNPJs declararam operações com criptoativos à Receita Federal.

### Que prova a exchange deve guardar sobre carteiras autocustodiadas?

Para a carteira autocustodiada, a Resolução BCB 521 exige identificar o proprietário e documentar a verificação de origem e destino. Na prática, a prova combina declaração de titularidade, registro da assinatura de mensagem ou de microtransferência de teste e a análise de risco do endereço. Tudo isso entra no dossiê do cliente e segue a guarda de cinco anos da Lei 9.613/1998.

## Como o KYC é feito hoje nas exchanges e onde ele falha?

O KYC das exchanges brasileiras nasceu num ambiente sem autorização prévia, e muitos processos foram desenhados para crescimento rápido, não para supervisão do Banco Central. A abertura de conta costuma ser digital e quase instantânea, com conferência de documento por OCR, selfie e checagem em bases públicas, e a análise humana fica reservada às exceções.

O problema aparece quando a supervisão pede evidência. A Resolução BCB 520 exige controles internos e PLD/FTP comprovados, e a Lei 9.613/1998 obriga a guardar registros por cinco anos. Um processo que aprova o cadastro mas não guarda a prova de como aprovou não sustenta uma fiscalização. Os gargalos mais comuns nas exchanges são:

- O cadastro aprovado na abertura não é atualizado depois, e o comprovante de endereço de anos atrás continua sendo a única prova de residência do cliente.
- O questionário de perfil de risco é preenchido pelo próprio cliente e nunca é confrontado com comprovante de renda ou extrato quando a movimentação cresce.
- A análise de origem de recursos é feita por e-mail, com documentos soltos fora do sistema de cadastro, e não chega ao dossiê que o Banco Central vai pedir.
- A identificação do dono de carteira autocustodiada, exigida pela Resolução BCB 521, ainda é tratada como etapa opcional ou feita só para saques acima de um valor interno.
- Clientes pessoa jurídica são cadastrados sem conferência do contrato social atualizado, o que deixa sócios e administradores reais fora da análise.
- A fila de revisão manual cresce em picos de mercado, e analistas aprovam documentos ilegíveis ou adulterados para não travar a operação.

Documentos adulterados são o ponto em que o KYC falha de forma mais cara, porque o cadastro parece completo. As técnicas mais frequentes, da montagem de comprovante à edição de metadados, estão no artigo sobre [PLD/AML e validação documental com IA na prevenção à lavagem de dinheiro](https://blog.dynadok.com/antifraude/pld-aml-como-a-validacao-documental-com-ia-fortalece-a-prevencao-a-lavagem-de-dinheiro/), que serve de base para o desenho da política de PLD/FTP da exchange.

## Como estruturar o KYC de uma exchange passo a passo?

O KYC de uma exchange se estrutura em seis etapas que ligam cada documento a uma exigência legal, para que a prova esteja pronta quando o Banco Central pedir.

1. Mapeie cada exigência legal a um documento. Liste o que pedem o art. 10 da Lei 9.613/1998, a Resolução BCB 520 e a Resolução BCB 521, e defina qual documento comprova cada item.
2. Separe trilhas por tipo de cliente e por risco. Pessoa física, pessoa jurídica e cliente de alto volume pedem conjuntos diferentes, e a trilha de alto risco inclui origem de recursos.
3. Valide o documento, não só o upload. Confira legibilidade, validade, coerência entre nome, CPF e endereço e sinais de adulteração antes de aprovar.
4. Cruze o perfil declarado com a movimentação. Quando os aportes superam a renda informada, peça comprovante de renda, declaração de imposto de renda ou extrato.
5. Identifique o dono de cada carteira autocustodiada. Registre a prova de titularidade e a verificação de origem e destino antes de liberar a transferência.
6. Guarde o dossiê e programe a revisão. Mantenha documentos e decisões por no mínimo cinco anos após o encerramento da conta e agende a atualização periódica.

## Como comparar abordagens de KYC para exchanges?

A escolha da abordagem de KYC decide se a exchange consegue crescer sem perder a trilha de evidências que a Resolução BCB 520 exige.

CritérioRevisão manualOCR com regras fixasValidação documental com IAVelocidade na abertura de contaLenta em picos de mercadoRápida para documentos padrãoRápida, inclusive em layouts variadosDetecção de adulteraçãoDepende da experiência do analistaBaixa, lê o texto mas não avalia o documentoAlta, cruza dados e sinais visuaisCruzamento entre documentosFeito à mão, sujeito a erroLimitado a campos configuradosAutomático por checklistTrilha para o Banco CentralDispersa em e-mails e pastasParcial, só o dado extraídoRegistro de cada verificação e decisãoAtualização periódica do cadastroRaramente feitaExige nova configuraçãoAlertas de vencimento automáticosFonte: elaboração própria com base nas exigências da Lei 9.613/1998 e da Resolução BCB 520.

## Quais erros de KYC podem custar a autorização da exchange?

Os erros de KYC mais caros são os que deixam a exchange sem prova no momento da fiscalização:

- Perder o prazo de 270 dias para protocolar o pedido de autorização obriga a exchange a encerrar as atividades em até 30 dias.
- Guardar registros por menos de cinco anos após o encerramento da conta descumpre o art. 10 da Lei 9.613/1998 e abre caminho para multa de até R$ 20.000.000,00.
- Deixar de comunicar ao Coaf em 24 horas uma operação suspeita expõe administradores à inabilitação por até dez anos.
- Transferir para carteira autocustodiada sem identificar o dono descumpre a Resolução BCB 521.
- Aceitar documento adulterado no cadastro coloca a exchange como canal de lavagem com ativo virtual, crime que tem pena aumentada de um terço a dois terços.
- Não comprovar a origem dos recursos dos controladores bloqueia a autorização prevista na Resolução BCB 519.

## Como a Dynadok apoia o KYC documental de exchanges?

A Dynadok é uma plataforma de validação documental com inteligência artificial que identifica, extrai e valida documentos em vários formatos e layouts, de imagens a PDFs. Numa exchange, a Dynadok confere documentos de identificação, comprovantes de endereço, comprovantes de renda e contratos sociais por checklists definidos pela área de PLD, cruza informações entre documentos e registra cada verificação.

A plataforma também controla vencimentos e dispara alertas, o que apoia a atualização periódica do cadastro, e se integra ao sistema da exchange por API. Segundo a Dynadok, a solução reduz até 95% do tempo gasto com validação manual e consulta ou emite automaticamente 27 certidões e registros oficiais.

**Leia também no blog da Dynadok:**

- [Como automatizar a identificação e validação de clientes bancários?](https://blog.dynadok.com/financeiro/identificacao-validacao-clientes-bancarios/)
- [Câmbio e remessas internacionais: como validar documentos de operações com IA](https://blog.dynadok.com/financeiro/cambio-e-remessas-internacionais-como-validar-documentos-de-operacoes-com-ia/)
- [Como usar a IA para acelerar a verificação KYC e escalar o onboarding de clientes?](https://blog.dynadok.com/financeiro/ia-para-acelerar-verificacao-kyc/)
- [Principais erros da gestão de risco que fazem sua empresa perder dinheiro](https://blog.dynadok.com/ia/principais-erros-gestao-risco/)
- [BPO financeiro: como acelerar a conferência de documentos de clientes](https://blog.dynadok.com/financeiro/bpo-financeiro-como-acelerar-a-conferencia-de-documentos-de-clientes/)

## Perguntas frequentes sobre KYC em exchanges de criptoativos

### Exchange de criptoativos precisa de autorização do Banco Central?

Sim. A Lei 14.478/2022 determina que prestadoras de serviços de ativos virtuais só funcionem no Brasil com prévia autorização, e o Decreto 11.563/2023 atribuiu essa competência ao Banco Central. As regras do processo de autorização estão na Resolução BCB 519, em vigor desde 2 de fevereiro de 2026.

### Qual é o prazo para exchanges que já operavam pedirem autorização?

As exchanges em funcionamento quando a Resolução BCB 520 entrou em vigor têm 270 dias para protocolar o pedido de autorização no Banco Central. Quem protocolar no prazo segue operando até a decisão; quem não protocolar deve encerrar as atividades em até 30 dias após o fim do prazo.

### O Banco Central publica uma lista oficial de documentos para o KYC?

Não. As Resoluções BCB 519, 520 e 521 definem o resultado esperado (identificar o cliente, conhecer o perfil de risco, identificar donos de carteiras autocustodiadas), mas não fecham uma lista de documentos. Cabe à exchange definir, na política de PLD/FTP, qual documento comprova cada exigência.

### Por quanto tempo a exchange precisa guardar os documentos do cliente?

A exchange precisa guardar cadastro e registros de transações por no mínimo cinco anos a partir do encerramento da conta, conforme o art. 10, parágrafo 2º, da Lei 9.613/1998. A autoridade competente pode ampliar esse prazo, e a guarda inclui documentos e decisões tomadas no KYC.

### O que é o perfil de risco exigido pela Resolução BCB 520?

O perfil de risco da Resolução BCB 520 é a avaliação da familiaridade do cliente com ativos virtuais, dos objetivos dele e da tolerância ao risco, segundo o Machado Meyer Advogados. A exchange usa esse perfil para avaliar se as operações do cliente fazem sentido e quando pedir documentos adicionais.

### A exchange pode transferir criptoativos para carteira autocustodiada?

Sim. A Resolução BCB 521 não proíbe a transferência para carteira autocustodiada, mas exige que a exchange identifique o proprietário da carteira e documente a verificação de origem e destino dos ativos. Sem essa identificação registrada, a transferência descumpre a norma.

### O que é carteira autocustodiada?

Carteira autocustodiada é a carteira de criptoativos em que o próprio usuário guarda as chaves privadas, sem uma exchange ou custodiante como intermediário. Pela Resolução BCB 521, a exchange que envia ou recebe ativos dessa carteira precisa identificar quem é o dono dela.

### Qual é o limite para pagamentos internacionais com criptoativos?

O limite é de US$ 100 mil por pagamento ou transferência internacional com ativos virtuais quando a contraparte não é instituição autorizada a operar no mercado de câmbio, segundo a análise do Lefosse Advogados sobre a Resolução BCB 521.

### A exchange pode vender criptoativos recebendo em moeda estrangeira?

Não. A Resolução BCB 521 proíbe a compra ou venda de ativos virtuais com pagamento ou recebimento em moeda estrangeira, segundo o Machado Meyer Advogados. Operações de câmbio com ativos virtuais seguem regras próprias e exigem que a exchange esteja autorizada a operar nesse mercado.

### Quando a exchange deve comunicar uma operação ao Coaf?

A exchange deve comunicar ao Coaf, em até 24 horas, as propostas ou operações com indícios de lavagem de dinheiro, sem dar ciência ao cliente, conforme o art. 11 da Lei 9.613/1998. O envio é feito pelo Siscoaf, ambiente de uso exclusivo das pessoas obrigadas.

### O Coaf bloqueia contas ou criptoativos de clientes?

Não. O próprio Coaf alerta que não bloqueia, libera nem retém dinheiro ou outros ativos financeiros. Mensagens que usam o nome do Coaf para pedir pagamento de liberação de valores são golpe, e a exchange deve orientar os clientes sobre isso.

### Quais são as multas para exchange que falha no KYC?

A Lei 9.613/1998 prevê multa de até o dobro do valor da operação, até o dobro do lucro real obtido ou até R$ 20.000.000,00. Também prevê advertência, inabilitação de administradores por até dez anos e cassação ou suspensão da autorização da exchange.

### O que é a DeCripto da Receita Federal?

A DeCripto é a declaração de operações com criptoativos instituída pela Instrução Normativa RFB 2.291/2025, alinhada ao padrão CARF da OCDE. Segundo o Mattos Filho, a norma vigora desde janeiro de 2026 e torna obrigatório o reporte mensal a partir de julho de 2026.

### A DeCripto substitui a IN RFB 1.888/2019?

Sim, de forma gradual. Segundo o Mattos Filho, os procedimentos da IN RFB 1.888/2019 seguem aplicáveis até julho de 2026, quando o reporte mensal pela DeCripto passa a ser obrigatório. O limite mensal para pessoas que operam fora de exchanges brasileiras subiu de R$ 30 mil para R$ 35 mil.

### Exchange estrangeira que atende brasileiros precisa reportar à Receita?

Sim, quando atua no Brasil. Segundo o Mattos Filho, a IN RFB 2.291/2025 alcança exchanges estrangeiras que usam domínio “.br”, fazem publicidade para residentes, aceitam meios de pagamento locais como o PIX, têm acordos com empresas brasileiras ou mantêm filial no país.

### Qual é o prazo de entrega da DeCripto?

O reporte mensal da DeCripto vence no último dia útil do mês seguinte ao das operações. O reporte anual vence no último dia útil de janeiro do ano seguinte, segundo a análise do Mattos Filho sobre a Instrução Normativa RFB 2.291/2025.

### Quantas pessoas declaram operações com criptoativos no Brasil?

Em junho de 2026, 4.667.864 pessoas físicas e 107.067 pessoas jurídicas declararam operações com criptoativos à Receita Federal. O total declarado no mês foi de R$ 57.541,99 milhões, dos quais R$ 35.923,42 milhões em exchanges no Brasil.

### Quantos diretores a exchange precisa ter perante o Banco Central?

A Resolução BCB 520 exige no mínimo três diretores ou administradores responsáveis perante o Banco Central, segundo o Machado Meyer Advogados. A política de PLD/FTP e o KYC precisam ter responsável designado entre eles.

### A exchange pode oferecer crédito aos clientes?

Não. A Resolução BCB 520 proíbe as SPSAVs de oferecer crédito e de captar recursos do público, exceto por emissão de ações, segundo o Machado Meyer Advogados. A restrição reforça a separação entre o negócio da exchange e a atividade bancária.

### A IA substitui o analista de PLD no KYC da exchange?

Não. A inteligência artificial acelera a leitura, a extração e o cruzamento de documentos e aponta sinais de adulteração, mas a decisão sobre casos de alto risco e a comunicação ao Coaf seguem com o analista e com o diretor responsável por PLD/FTP.

## Conclusão

A autorização do Banco Central transformou o KYC das exchanges de criptoativos em prova regulatória: cada cliente precisa estar identificado, com perfil de risco avaliado, carteiras externas identificadas e documentos guardados por cinco anos. Com R$ 57.541,99 milhões declarados à Receita Federal em junho de 2026, a escala exige validação documental confiável. Para ver como a Dynadok valida documentos de cadastro na sua exchange, [solicite uma demonstração da Dynadok](https://dynadok.com).

## Como citar este artigo

ABNT: DYNADOK. Exchanges de criptoativos: KYC e documentos exigidos pelo Banco Central. Blog Dynadok, 16 out. 2026. Disponível em: https://blog.dynadok.com/financeiro/exchanges-criptoativos-kyc/. Acesso em: 16 out. 2026.

APA: Dynadok. (2026, 16 de outubro). Exchanges de criptoativos: KYC e documentos exigidos pelo Banco Central. Blog Dynadok. https://blog.dynadok.com/financeiro/exchanges-criptoativos-kyc/

## Referências

BRASIL. Decreto nº 11.563, de 13 de junho de 2023. Regulamenta a Lei nº 14.478, de 21 de dezembro de 2022. Brasília: Presidência da República, 2023. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil\_03/\_ato2023-2026/2023/decreto/D11563.htm. Acesso em: 16 out. 2026.

BRASIL. Lei nº 9.613, de 3 de março de 1998. Dispõe sobre os crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores. Brasília: Presidência da República, 1998. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil\_03/leis/l9613.htm. Acesso em: 16 out. 2026.

BRASIL. Lei nº 14.478, de 21 de dezembro de 2022. Dispõe sobre diretrizes a serem observadas na prestação de serviços de ativos virtuais. Brasília: Presidência da República, 2022. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil\_03/\_ato2019-2022/2022/lei/l14478.htm. Acesso em: 16 out. 2026.

CONSELHO DE CONTROLE DE ATIVIDADES FINANCEIRAS (COAF). Página institucional. Brasília: Coaf, 2026. Disponível em: https://www.gov.br/coaf/pt-br. Acesso em: 16 out. 2026.

DYNADOK. Validação documental com inteligência artificial. Dynadok, 2026. Disponível em: https://dynadok.com. Acesso em: 16 out. 2026.

LEFOSSE ADVOGADOS. Banco Central regulamenta o uso de ativos virtuais e o funcionamento das prestadoras de serviços de ativos virtuais. Lefosse, 12 nov. 2025. Disponível em: https://lefosse.com/noticias/alerta/banco-central-regulamenta-o-uso-de-ativos-virtuais-e-o-funcionamento-das-prestadoras-de-servicos-de-ativos-virtuais/. Acesso em: 16 out. 2026.

MACHADO MEYER ADVOGADOS. BCB regulamenta o mercado de ativos virtuais no Brasil. Machado Meyer, 12 nov. 2025. Disponível em: https://www.machadomeyer.com.br/pt/inteligencia-juridica/publicacoes-ij/bancario-seguros-e-financeiro-ij/bcb-regulamenta-o-mercado-de-ativos-virtuais-no-brasil. Acesso em: 16 out. 2026.

MATTOS FILHO. DeCripto: Receita Federal institui novo modelo de reporte de criptoativos seguindo padrão da OCDE. Mattos Filho, 24 nov. 2025. Disponível em: https://www.mattosfilho.com.br/unico/decripto-receita-federal-ocde/. Acesso em: 16 out. 2026.

RECEITA FEDERAL DO BRASIL. Criptoativos: dados abertos (referência set. 2025). Brasília: RFB, 2025. Disponível em: https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/orientacao-tributaria/declaracoes-e-demonstrativos/criptoativos/arquivos/criptoativos\_dados\_abertos\_20251112.pdf. Acesso em: 16 out. 2026.

RECEITA FEDERAL DO BRASIL. Criptoativos: dados abertos (referência jun. 2026). Brasília: RFB, 2026. Disponível em: https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/orientacao-tributaria/declaracoes-e-demonstrativos/criptoativos/arquivos/criptoativos\_dados\_abertos\_20260826.pdf. Acesso em: 16 out. 2026.

  Calculadora de ROI da Validação Documental com IA | Dynadok                       Calculadora Dynadok## Calculadora de ROI da Validação Documental com IA

Use a calculadora de ROI da Dynadok: ajuste 3 dados da sua operação e veja, na hora, quanto a conferência manual custa hoje — e quanto volta ao seu caixa com a validação documental com IA.

 ## Dados da operação

Esses 3 dados descrevem como funciona a sua conferência de documentos hoje — é com eles que calculamos o custo atual da operação e a economia ao automatizar com IA. Não precisa ser exato: uma boa estimativa já gera um resultado confiável.

  Quantas páginas de documentos sua equipe confere por mês? 

 20.000 

 5 mil100 mil

 

Considere o volume mensal de páginas que sua equipe precisa receber, organizar, conferir, validar e atualizar nos sistemas. Não sabe o total? Estime: documentos recebidos no mês × média de páginas por documento.

Processa **100 mil páginas ou mais** por mês? [Converse com um especialista](https://dynadok.com/) para um plano sob medida.

 

  Quanto tempo leva para conferir 1 página? 

 5 min 

 1 min10 min

 

Inclua o ciclo completo: abrir o documento, extrair dados, conferir regras, registrar o resultado e devolver pendências. Estudos de mercado apontam de 3 a 10 minutos por página — se nunca mediu, mantenha os 5 min, uma média conservadora.

 

  Quanto ganha quem faz essa conferência? 

 R$ 3.500 

 R$ 1.500R$ 15.000

 

Digite apenas o salário mensal de quem confere esses documentos hoje (ex.: analista, assistente administrativo), sem encargos. A calculadora acrescenta sozinha os encargos e benefícios, multiplicando por 1,7 — aproximadamente o custo real de um funcionário para a empresa.

 

 Calcular minha economiaO resultado é gerado depois do cálculo e atualizado sempre que você mudar os dados.

Você mudou os dados. Clique em **Recalcular** para atualizar o resultado.

 

   

## O resultado da sua calculadora de ROI aparece aqui

Ajuste os dados da operação e clique em **“Calcular minha economia”** para ver uma prévia feita com os números do seu cenário.

 **1.** Informe os dados **2.** Calcule a prévia **3.** Libere o resultado 

 

 

    Prévia da sua operaçãoIdentificamos

alto potencial de economia

77%

mais barato por mês que a operação manual

Estimativa de **R$ 526.400** de volta ao seu caixa por ano

Resultado completo**Economia mensal detalhada**

Resultado completo**Comparativo de custos**

Resultado completo**Impacto operacional**

 

 

### Libere o resultado completo

Preencha seus dados para ver a economia mensal em reais, o comparativo de custos e as horas liberadas na sua equipe.

 Seu nome  

 Telefone  

 E-mail corporativo  

 Empresa  

 Sua necessidade (opcional)  

 

 Ver meu resultado completo  Seus dados ficam seguros. Um especialista da Dynadok pode entrar em contato para ajudar na sua análise.

 

 

    Sua economiaEconomia anual estimada

R$ 526.400

Equivale a **R$ 43.867** por mês

 Estimativa conservadora 

ROI estimado (mensal)

343%

A cada R$ 1 investido no plano, cerca de R$ 4,43 deixam de ser gastos na operação manual.



Redução do custo operacional

77%

Você deixa de gastar cerca de 8 de cada 10 reais que o trabalho mecânico de conferência consome hoje.

 

 

 

### Sua operação manual ESTIMADA hoje



Profissionais

 

10

profissionais dedicados ao trabalho mecânico de conferência (~80% do esforço)

 



Custo manual

 

R$ 56.667

custo mensal com esses profissionais (salário + provisão)

 



Horas gastas

 

1.333 h

horas gastas por mês em conferência manual mecânica

 

 

  Como chegamos nesse número  Com um tempo médio de 5 minutos por página, um profissional valida cerca de 12 páginas por hora. Em uma jornada de 7 horas, são 84 páginas por dia — e, em 20 dias úteis, cerca de 1.680 páginas por mês. Como sua operação processa 20.000 páginas por mês, o volume equivale ao trabalho de aproximadamente 12 profissionais. Nesta avaliação, consideramos que cerca de 80% desse esforço é trabalho operacional mecânico — o equivalente a 10 profissionais e 1.333 horas por mês. São esses números que usamos em todo o resultado.

Com a Dynadok, todo o trabalho operacional — mecânico, repetitivo e manual — passa a ser feito pela IA. Isso libera cerca de 80% do time para outras frentes; os demais deixam a conferência página a página e passam a atuar apenas na validação final e no tratamento de exceções.

 

### Comparativo de custos

Operação manual hoje

Custo mensal do trabalho mecânico



R$ 56.667

 

Operação com a Dynadok

Plano por páginas processadas



R$ 12.800

 

Economia mensal

Valor que permanece no caixa



R$ 43.867

 

 

### O que você libera com a Dynadok



Horas liberadas

 

1.333 h

horas de trabalho manual liberadas por mês (cerca de 80% do esforço atual)

 



Time liberado

 

10

profissionais liberados para outras frentes — os demais atuam só na validação final e em exceções

 

 

### Ganhos além da economia

A redução de custo é só uma parte. Validar documentos com a IA da Dynadok também transforma a operação:



 **Validações até *10x mais rápidas***O que hoje leva horas passa a ser feito em minutos ou segundos, acelerando a resposta ao seu cliente.

 

 



 **Mais precisão, *menos falhas humanas***Regras claras e validações automatizadas reduzem erros em tarefas repetitivas e não conformidades.

 

 



 **Processamento *em escala***Valide grandes volumes, em qualquer formato ou layout, sem aumentar o time na mesma proporção.

 

 



 **Time focado *no estratégico***Sua equipe sai das tarefas manuais e passa a cuidar de análises e decisões que fazem o negócio crescer.

 

 

 

Estimativa ilustrativa da calculadora de ROI. Jornada de 7 h/dia em 20 dias úteis (140 h/mês) por profissional e fator de provisão de 1,7 sobre o salário base. A economia compara o custo da mão de obra dedicada ao trabalho mecânico de conferência (cerca de 80% do esforço total; os demais profissionais seguem na validação final e em exceções) com o custo do plano Dynadok para o mesmo volume de páginas.

 

 

  

 

  Estimativa conservadora da calculadora de ROI da validação documental com IA, baseada nas premissas de operação: ciclo completo de validação documental por página, jornada de 7 h/dia em 20 dias úteis (140 h/mês) por profissional e fator de provisão de 1,7 sobre o salário base (encargos e benefícios). A economia compara o custo da mão de obra dedicada ao trabalho mecânico de conferência — cerca de 80% do esforço total, já que os demais profissionais seguem atuando na validação final e no tratamento de exceções — com o custo do plano Dynadok para o mesmo volume de páginas. Os valores variam conforme volume e complexidade — solicite uma análise personalizada para números exatos da sua operação.  

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